domingo, setembro 28, 2008
A lebre e as raposas.
Morando eu a portas travessas com o Passerelle, a minha primeira hipótese tombou mesmo para o meio do Striptease. À partida parece-me um (bom) dinheirinho fácil. Curriculum não me falta: tirar a roupa é uma tarefa que pratico todos os dias, há mais de 23 anos em diferentes estabelecimentos. Para além disso, ainda tenho elasticidade de pernas suficiente para fazer aqueles números míticos no poste, de cabeça para baixo deslizando lentamente até aterrar numa esparregata à frente.
Bom, parecia mesmo o trabalho ideal. Perto de casa, era só comprar uma peruca ordinária, perder uns quilitos, passar uns fins-de-semana a ginasticar, correr no estádio universitário et voilá! Duplicava salário certamente! Bom, lembrei-me de um só inconveniente, que seria ouvir a meio do meu show alguém na audiência a dizer “Eng.ª Ritinha? Você aqui?”.
Passando ao plano b, decidi baixar um pouco a fasquia, e procurar um trabalho num bar. Assim, numa 6ª feira passei no local ideal, um pouco mais afastado de casa, mas ainda no bairro: os Templários. Bom, desta vez não estou a teorizar. Deixei mesmo o meu número para eventuais trabalhecos. Tive uma rápida entrevista com o dono, que me perguntou pelas minhas qualificações, francamente inferiores às de striper, consistindo apenas em algumas noites em barraquinhas dos Arraiais do Técnico. Bom, a entrevista terminou com “era só o que me faltava uma engenheira a trabalhar aqui”, e desde então nem uma chamada…
Mas parece que este fim-de-semana descobri finalmente um negócio no qual então nada tenho de fazer. Também não ganho grande coisa, é verdade, apenas uns mojitos e umas cervejolas. Também já não é perto perto de casa, mas safa-se…
Assim sou a nova lebre das amigas da minha irmã. Só tenho de manter um ar jovial, andar bem apresentada, de costas direitas, de rua em rua do Bairro Alto. No fundo ser a fresh meat, atrair os gaviões e depois deixa-los à sorte das raposas manhosas!
Bom, mas nem tudo é fácil. Resta-me uma incumbência, da qual não me safo se quero assegurar o financiamento das minhas noites… Mas afinal onde é que raio fica a sex shop do Bairro Alto?
quarta-feira, setembro 24, 2008
Níquel Náusea





Pouca participação neste blog, muito trabalho do meu lado… Estimado público: vocês não merecem muito.
Mas, ainda assim, fica aqui uma tirada da melhor banda desenhada humorística que por aí anda, depois de Calvin and Hobbes. Directo do Brasil, Níquel Náusea. Esta bd é do melhor que tenho visto. Nestes dias de aflição é o melhor que vos posso oferecer, já que não saindo do escritório, poucas aventuras engraçadas me podem acontecer.
terça-feira, setembro 23, 2008
O Homem Rude do Campo
O resultado é visível: passo o dia de dentes cerrados a dizer palavrões em surdina. Mas palavrões à homem! The F word, C word, FdP words…
Parafraseando uma amiga…
quinta-feira, setembro 18, 2008
Parlez-vous français?

Toda a gente admira a língua italiana, mas eu confesso que é o francês que me faz suspirar. E não só o francês, o próprio sotaque quando falam inglês (ou português) é delicioso, a maneira como colocam a boquinha “I ssink wed sssshould kisss” é terrivelmente sedutora.
Mas acho que este fascínio não vem só daqui. É verdade que desde pequenas somos bombardeadas com o romantismo francês, mesmo da forma ridicularizada da Doninha Fedorenta em eterna perseguição à pobre gata pintada. Depois vem o cinema…uma série de actores galantes que metem muitas estrelas americanas no sapato, que têm um certo je ne sais quoi... Ohlálá!



Por isso decidi que o meu próximo amor será um Alain, Vicent, Louis ou Nicolas. Ainda não tenho ninguém em vista, mas para evitar problemas de comunicação, começo amanhã as minhas aulinhas de francês.
terça-feira, setembro 16, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
Foto de Grupo
Mas uma coisa é certa: não hei-de parecer nem de longe nem de perto com a Rita Guerra (Inex, obrigada pelo voto de confiança).
sexta-feira, setembro 12, 2008
Art Vandelay

Ainda no outro dia falamos deste filme, Wag the Dog. Interpretado pelo Dustin Hoffman e Robert De Niro, descreve as tramas na casa branca para encobrir um escândalo sexual do Presidente dos EUA com a simulação de uma guerra nos Balcãs. É um filme hilariante e muito inteligente, na altura assentava que nem uma luva nos escândalos do Bill Clinton.
Agora, não foi o Art Vandelei, mas podia ser… Erik Eriksson, jornalista com a mesma idade de John MacCain descobriu um vídeo do regresso do herói, bem a tempo das eleições. Curioso.
http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20080912120405&z=1
Acho que o filme Wag the Dog não se encaixa bem no género de ficção…
quinta-feira, setembro 11, 2008
HA,
A velhice é coisa que não me assusta. Tenho, aliás, assinado um contrato com uma das minhas melhores amigas: no momento que começarmos a ver o “Preço Certo”, emborcamos um grande gin tónico e cada uma dá um tiro na cabeça da outra. Em simultâneo, zááss, tapete manchado, directo para o lixo (peço desculpas antecipadas aos meus herdeiros), e o gordo apresentador, porque será sempre um gordo, com sangue a escorrer na cara.
Mas uma coisa engraçada dos velhotes é o poder concedido para dizer tudo o que lhes vem à cabeça. Fazer o ajuste de contas final, enquanto é tempo. A minha avozinha, grande mulher, não perde uma oportunidade, mesmo agora mais debilitada, de dizer coisas como “Duas netas, duas tias” e coisas do género. Ou ainda hoje, um Engenheiro já no limite da reforma, numa reunião diz a um puto que veio com ele: “Luís, você fala bem, mas agora falou-me como as mulheres me falam nestes tempos: manda umas bocas só para me encher o ego mas na hora H não quer nada”. Acho que corei até à ponta das orelhas.
quarta-feira, setembro 10, 2008
Diálogos no dentista
MKB: “Hum hum”
Dr: “Sónia, dê-me a broca tamanho 2. Tamanho 3. Tamanho5.”
Pincalim… (som metálico de um objecto a cair no chão)
Dr: “Sónia, está distraída. O que passa?”
Assistente: “Ai doutor, a noite não me correu nada bem…”
Dr: “Então, Sónia? Nenhuma queca?”
Assistente: “Pois doutor, estou naqueles dias e o meu Nando não quer…”
terça-feira, setembro 09, 2008
Bom, procurei um video de um concerto, mas só encontrei filmes marados de fãs marados... Fica este que sempre tem umas sequências engraçadas.
Dentista

Durante a minha infância e pré-adolescência fui sendo traumatizada com sucessivas idas desastrosas ao dentista, de tal forma que só muito recentemente consegui abdicar da presença de uma segunda pessoa no consultório para me dar a mão.
Primeiro: o Dentista Tarado. Ainda que o seu nome sugira um trauma digno de Casa Pia (se bem que naquela altura apenas a minha irmã estivesse em idade para ser assediada pelo homem), o que me repeliu naquele consultório foi ter arrancado lá praticamente todos os meus dentes de leite. 4 dentes de uma só vez, dentes doentes com abcessos gigantes… enfim, gritarias infernais naquele consultório que são capaz de ter afastado boa clientela.
Segundo: o Dentista Traumatizado de Guerra. Demasiado ocupado a relatar as suas histórias da tropa, este dentista com consultório na margem sul numa só consulta traumatizou-me para a vida, fazendo um arranjo tal que fiquei uma semana com um dente infectado, cheia de dores e cara inchada.
Finalmente, depois de uns valentes anos sem por pés num consultório, fui conhecer o meu actual dentista, o Dentista Craig. É igual! Ok, falta-lhe o corpo musculado, e aquela corrente é capaz de estar lá a mais, mas à parte disso, é perfeito. Desde então abdiquei da mão da minha mamã…
Hoje tenho uma consulta. Tentei trazer o meu look bondiano.
segunda-feira, setembro 08, 2008
All the stupid things I’ve done

Porém, há uma em particular que muito me envergonha. Mais um daqueles esquemas que colocou o meu radar “isto vai dar merda de certezinha absoluta” no alerta máximo, e que eu, como é costume ignorei…
Bom, em mais uma sessão de enxovalho colectivo, organizada pelo Sporting Clube de Portugal, as Imagens foram em bando para o Maior Logótipo Humano, para promoção do Euro 2004, tendo entrado para o Guiness! E mais!! Como estávamos na zona de movimento, sim, na zona da bola, tivemos de ir ainda mais cedo para ensaiar o movimento da perna do jogador a chutar a bola… Incrível, as coisas mais estúpidas de que nos lembramos de fazer, palavra de honra. Não sei se esta é pior que a maior feijoada do Mundo ou do maior Bolo-rei do Mundo (meus senhores, onde mais se faz Bolo-rei? Têm a certeza de que é uma grande proeza fazer um bolo gigante?
Mas este sábado, enquanto mostrava o quão ridícula já fui (sim, porque na Maior Bandeira Portuguesa Composta Só Por Mulheres No Estado Nacional, uns anos depois, já não me apanharam, hihi) e relatava este episódio deprimente da minha vida a uma plateia de quase estranhos, descobri que mesmo nos blogs mais conceituados que por aí andam também estão camufladas ex-adolescentes com pouco juízo.
quarta-feira, setembro 03, 2008
quinta-feira, agosto 21, 2008
A última de Viseu, espero
PS: não me queixo mais. Lembrei-me que daqui a 15 dias estarei num ibis beira de estrada em Santa Maria da Feira, 1000x mais feia.
Alcoolismo
Ontem dei por mim a pensar em pedir um copito de vinho tinto ao jantar, para me entreter um pouco.
Previsão ibis para tempo em Viseu
Hum... Não sei porquê, mas não me cheira mesmo.
quarta-feira, agosto 20, 2008
Scumbag
Mas nem tudo no jornalismo é mau: pelo menos o estagiário da sic é bem engraçado.
Onde estou e onde podia estar…
Mas! Em vez disso, estou num hotel ibis, beira de estrada, com uma garrafa de água no regaço, olhos na N2 e ouvidos na Eurosport. No quarto ao lado deve estar um pato bravo com a amante.
Viseu… é realmente a terra das rotundas. E que rotundas! Algumas, juro, acho que um criativo fumou algumas ervas a mais antes de as projectar. Eu consegui não falhar nenhuma no meu caminho até ao hotel. Resta assegurar-me que gasto bem o meu plafond em almoços e jantares.
segunda-feira, agosto 04, 2008
Rotinas do escritório
Pois, vejo que de facto estas leituras são comuns em muitos homens… Nada contra, acho interessante, e confesso que em casa até faço o mesmo, mas no escritório, levar revistas e jornais para o wc?? Porquê anunciar a meio Mundo que se acabou de fazer o número 2?? E porquê trazer a revista de lá, recheada de aromas entranhados?
Numa empresa com tantos homens, já conheço rotinas biológicas a mais.
sexta-feira, agosto 01, 2008
terça-feira, julho 29, 2008
Will you marry me, Mr. Hiroshi Yamauchi?
Mas depois cheguei ao trabalho e decidi ver se finalmente tinha resposta do Porta 65, o programa (de nome muito artístico, não haja dúvida) de subsídio ao arrendamento jovem. E não é que tinha mesmo? “A sua candidatura foi recusada”. Bom, mas isso já eu esperava.
À sensivelmente 1 mês, recebi uma mensagem do Porta 65 (dois meses depois de a ter submetido) a acusar um erro na minha candidatura, dando-me uns generosos 5 dias úteis para regularizar a situação. Vistas as coisas, faladas com a minha senhoria (eu, galo dos galos, ia de férias nessa mesma semana), devido a um erro das finanças, essa instituição que toda a gente se habituou a tratar de forma abstracta (descobri que “ir às finanças” é a melhor desculpa a dar quando se vai a uma entrevista de emprego, ninguém questiona o tempo perdido), arriscava-me a ficar sem o generoso subsídio.
Por isso, a primeira coisa que fiz hoje foi escrever uma carta catita ao Programa. Só não lhes chamei filhos da p%ta, porque a minha mãe me ensinou que não devemos culpar os coitados que dão a cara, provavelmente o informático que vai buscar as mensagens à Internet, mas sim o sistema, parido às três pancadas e concebido por pessoas que não fazem a mínima ideia do que é arrendar uma casa em Lisboa, bando de burocratas que nunca pagaram um mês de renda do seu apartamento na Quinta da Marinha.
Agora resta-me esperar por Setembro, ver se aceitam a minha nova candidatura (eis um motivo pelo qual as palavras "filhos" e "puta" não se encontram na minha carta).
Caso contrário, resta-me saber se o Sr. Hiroshi Yamauchi está disponível, casar com ele em Agosto e rezar para que na noite em que a coisa se deveria consumar ele der o badagaio.
quarta-feira, julho 09, 2008
terça-feira, junho 24, 2008
Fumar nunca mais

“Engº, quer vir? Não? Então vou lá num instante…”
Mal entrei vi o que estava para acontecer: três mesas só de homens, 4 cervejas por cabeça. De tantas ouvir sai a ganir, rabinho entre as pernas aos pulinhos para o elevador… Livra, isto é terapia género “Homens, Nunca Mais”? Não a encomendei!
segunda-feira, junho 23, 2008
quarta-feira, junho 18, 2008
I'm a Pit Bull - Terrier!

Mas isto é num cenário optimista. Num cenário mais pessimista, estou a começar a pagar pela minha ruindade. Há tempos atrás, gozei com um rapaz um pouco tonto com que tive um love affair que tinha levado uma “trinca” na sua infância. Era o “Comida de cão”. Ainda hoje relembro as aventuras dessa minha viagem à neve e me farto de rir com as nossas peripécias…
Nesta perspectiva, comecei a listar os males que me poderão ocorrer por anos sucessivos de alcunhas, maldade e trocadinhos com todas as personagens com que me cruzei nesta vida. A imagem não é animadora. Prevejo o crescimento de uma mono-sobrancelha, o meu nariz vai encolher qual Pit Bull (ou pitibu), com uns pés felpudos, género Frodo do Lord of the Ring, para os quais usarei uns sapatos foleiros pé-na-merda como camuflagem.
quinta-feira, junho 05, 2008
Feist
sexta-feira, maio 30, 2008
Ela apareceu

Ontem quando fui cortar o cabelo esqueci-me de dizer à tipa que não queria parecer a Madalena Iglésias, et voilá! Eis o resultado.
O mal das cabeleireiras sem volume no cabelo é que acham que volume é o máximo, e massacram as pobres coitadas que todos os dias lutam durante 20 minutos contra as ondas rebeldes com personalidade própria…
E como a última vez que ela tocou na minha trunfa foi em Janeiro, no fim ainda apanhei com a piada “Agora só nos vemos em Setembro!”.
quinta-feira, maio 29, 2008
Alturas em que gostava de ser homem…
“FalhasteS não, fa-lhas-te. Fala em bom português, caralho”.
quarta-feira, maio 21, 2008
Ora faça aqui um chichizinho, faz favor!
segunda-feira, maio 12, 2008
sexta-feira, maio 09, 2008
300

Parecia o filme 300, mas sem o pessoal belo e musculado, só badochas com pouco cabelo.
quinta-feira, maio 08, 2008
Noites com Mirtilo

quarta-feira, abril 30, 2008
Oh Lord!

Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.
Foi quando tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.
Pouco depois, em cima duns penhascos,
Nós acampámos, inda o sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos,
E pão de ló molhado em malvasia.
Mas, todo púrpuro, a sair da renda
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda
O ramalhete rubro das papoulas.
“De tarde”, Cesário Verde
terça-feira, abril 29, 2008
Hum...
The net
O um dos meus love affairs já teve mais namoradas do que os meus dedos e os dele conseguem contar. Desta forma, posso assegurar pelo menos uma relação de 3º grau com metade de Lisboa.
Podem considerar-se beijadas.
segunda-feira, abril 28, 2008
Para quando a 3ª Season?
Paulo (II)
Carlota Francisca
Numa 5ª feira à tarde (bons tempos em que todos os dias eram fim-de-semana), a nossa amiga Catarina, que entretanto foi estudar para Espanha, vem a Lisboa visitar os amigos de infância, e todos nos reunimos à sua volta. Continua com a sua graça de sempre, meio trapalhona e logo começa a contar as suas peripécias de primeiros tempos imigrante. Ri e rimos agarrados à barriga. Claro que esta descentralização do foco irrita a Carlota Francisca, e ainda antes da matiné, já com os bilhetes para o “O Quinto Elemento”, a rapariga faz o seu número habitual:
“Zé Adalberto, não me ligas nenhuma, vou-me já embora”.
E com grande aparato abandona o Monumental, deixando-nos a todos estupefactos. O Zézito lá acelera o passo e corre atrás da miúda. Ao longe podemos assistir à discussão, e deduzimos a argumentação para que a Carlota reconsidere. Lá a custo, regressam os dois, mas da Carlota não se ouve uma palavra a tarde toda.
(Só como nota de rodapé nesta introdução confusa, passados 10 anos o Zé, que já não namora com a Carlota, ainda frequenta o mesmo café. Ganhou uns quantos quilos e perdeu um pouco de cabelo, mas mantém o sorriso de outrora. A Carlota Francisca não mudou em um milímetro).
Não é de hoje o meu ímpeto de terminar com Misha Karenina Babuska. Com O MKB e até mesmo com A MKB. A esta última, faço juras de expulsão imediata sempre que a vejo a afiar as garras ao meu estimado tapete, quando deixa as marcas das suas patinhas na banheira e na bancada da cozinha ou quando ataca o meu olho direito no dia 1 de Janeiro e com essa me manda para Santa Maria no dia dos bêbados e drogados.
Quanto ao MKB, a história é diferente. Seja porque tenho um freak out ou porque não me sinto à altura das expectativas, pela qualidade e cadência dos meus posts, decido acabar com esta relação cibernáutica que mantenho desde 25 de Outubro de 2006.
Mas… 8 comentários depois, com o meu ego em alta, seja pelos comentários vindo da grande nação Estrangeiro (Sta Maria também é Estrangeiro, né?), pelos das minhas bailarinas favoritas e pelos de ilustres mas mui prezados desconhecidos (também no Estrangeiro, it seems), a MKB engole o seu orgulho e toca a dedinhar os posts pendentes. Sim, por hoje sou a Carlota Francisca.
quinta-feira, abril 24, 2008
Basta
Por isso chega, este blog foi para o espaço.
quinta-feira, março 27, 2008
João,
Perdoa-me meu querido. Mas a competição pelo título de “Tia Mais Cool do Mundo” está a ser dura, todas as armas são válidas…
PS: mas era uma boa imitação, não era?
Christie, My Car
Desde que mudei de trabalho, emprego ou “serviço”, como preferirem, que o azar me persegue. A mim ou ao meu carro, ainda não percebi. Diria que o meu antigo chefe, quando eu fechei a porta do seu gabinete depois de lhe dizer coisas bonitas como “para mim o prémio é secundário, tenho é de realizar os meus sonhos profissionais” me respondeu com um sorriso cínico como quem diz “deixa lá que eu vou ao Prof. Caramba fazer uma macumbazita que vai lixar lenta e dolorosamente o teu carro, minha cabra”.
E assim, uma série de acontecimentos se sucederam que culminaram ontem com ser socorrida por um senhor de meia-idade de chapéu do clube recreativo de Alvalade (o meu novo anjo da guarda) de rabo espetado a mudar-me um pneu. Estava a ver que depois daquela cena ainda iria passar a noite em Sta Maria com o senhor de cama com uma vértebra fora do sítio e duas hérnias a explodir.
Ora assim em 7 meses tivemos:
O abalroamento do meu director geral numa rotunda;
Um pião numa rotunda (atrás do meu novo chefe, very impressive!)
Um choque por trás de uma senhora a caminho do trabalho;
Um choque de frente (minha frente na traseira de outro) à entrada da segunda circular;
Um pneu furado à noite numa rua escura de Lisboa.
Nesta Santa Páscoa roguei aos santos pelo meu carro.
quinta-feira, março 20, 2008
Paulo
Ontem soube que ele se chama Paulo. Paulo não é um nome que eu goste. Mas a minha irmã lembrou-me de um Paulo que é bem interessante.


terça-feira, fevereiro 19, 2008
A banda sonora do momento
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Pessoas que gostava de odiar, mas não consigo
A tipa que no outro dia quase me provocou um ataque do coração e me lixou as costas de vez, quando se distraiu no pára-arranca matinal e me deu uma verdadeira panada no carro, com um estrondo tal que acreditei ter ficado com o meu clio “novo” em fanicos. Mas quando ela sai do seu civic manhoso, grávida e bem barriguda e me pede “imensa desculpa”, o meu coração desfez-se e quase lhe disse que a culpa era toda minha, que se ela se sentisse mal para me telefonar que eu a levava ao hospital.
O tipo do café onde bebo a minha bica, que maltrata todas as empregadas, brasileiras, portuguesas, what ever, faz assados malcheirosos logo pelas 8h da manhã, de tal forma que saio sempre pela porta com náuseas estonteantes. Mas enfim, o café é o mais barato que conheço, impossível não gostar.
PS: Lembrei-me a posteriori de outra pessoa que deveria odiar de morte, mas que neste momento não consigo. Temos novo informático na empresa, de quem toda a gente diz mal: anda completamente aos papéis, impressoras todas “desconfiguradas”, Office mal instalado, problemas na rede todos os dias… Mas coitado. Acho que até a senhora da limpeza já diz mal dele.
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Bom dia, podia falar com o Sr. Engº Óscar Alho?
Depois disso foi começar a preparar reuniões, passagens de pasta para aquilo e aqueloutro. Falar com o engenheiro tal, o doutor X… e a grande passagem será orquestrada por mim, perante os ilustres membros da direcção da empresa, director geral, financeiro, técnico… Para me orientar, o chefe de outro departamento enviou-me o seguinte mail:
"RIS, marca a reunião para dia 6 e envia convite para SFF, PCJ, LCM, NP, CR, LN."
Ora, eu sou a RIS. De RIta S. O PCJ, LCM, NP, CR e LN apareciam na minha folha de siglas, com os nomes de todas as pessoas da empresa. Mas o SFF? Quem é esse tipo?
Perguntei ao meu chefe quem era, mas não conseguimos nenhuma combinação, entre Susanas, Sandras e Sérgios, não encontramos a pessoa. Fui perguntar à secretária do outro departamento,
“Sabe quem é o SFF?”
“SFF, SFF… Não estou a ver. Vou perguntar ali à sala dos engenheiros…”
“NÃO Isabel, PARE!”
Deus existe. A prova é que fui milagrosamente iluminada e consegui parar a Isabel na caminhada escandalosa da minha humilhação pública, perante todos os engenheiros da minha empresa que já olham para mim de lado pela minha juventude e feminilidade.
Se Faz Favor.
quinta-feira, janeiro 31, 2008
1000
Ando nisto vai fazer três anos. Estou no terceiro emprego, e olhem que no que respeita a relações humanas, andam todos ela por ela. E dói estar sempre à prova. E revolta-me saber que toda a minha geração anda no mesmo, e que os empregadores esticam ao limite a corda, utilizam todos os artifícios que a lei permite para conseguir apresentar resultados finais positivos. Chama-se a isto mão-de-obra barata. Parece que afinal esse modelo sempre se aplica cá.
E apanhar os velhos nas paragens do autocarro ou no balcão da CGD com o discurso da “esta juventude está cada vez pior”. Ainda há poucos anos nos apelidavam de juventude rasca. Infelizmente, é “à pala” desta juventude rasca que este país de bosta se ergue. E é com a maior hipocrisia que anunciam que Portugal exporta mais tecnologia do que calçado actualmente. O avanço que fizemos foi deixar de explorar mão-de-obra infantil a trabalhar o couro para sapatos. Agora sim, é legal explorar mão-de-obra qualificada, maior de idade, em frente do monitor. Muito melhor, a UE não nos chateia, temos a cara limpa.
Somos obrigados a adiar a vida, não tomamos decisões que devíamos porque não temos condições para o fazer. Sim, porque não temos como o fazer. Nem todos têm sorte. E os velhos do Restelo que chamam de egoístas “com a tua idade já tinha 3 filhos”. Olha que merda, trabalho 11h por dia, o meu salário chega para alimentar a minha gata, que raio de educação daria eu, mãe ausente, nem dinheiro para fraldas tenho… Esquecem-se que no tempo deles as coisas eram diferentes, e eram sim senhor. Nem para ir à neve tenho dinheiro, quanto mais pagar escola a uma criança.
Mas ok, eu sou mulher, por isso à 20 anos atrás nem devia sequer imaginar ter uma carreira profissional. Devia mas é ficar em casa, cozinhar para o marido, coser meias, colocar o meu sorriso “anúncio de detergente” e receber o meu esposo, de pescoço sujo de baton, com mesa posta e sobremesa preparada…
Mais os meninos das Jotas, com os seus cartazes “Portugal precisa de bebés”. Fá-los tu.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Tigres à solta

O Tigre deve estar em pânico.
sexta-feira, janeiro 25, 2008
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Estás a perceber?
Há um tipo de pessoas que não consegue formular uma frase sem o “estás a perceber?” no fim. E se há tique irritante, acho que é esse. Ok, estou a exagerar. Se calhar existem tiques ainda mais irritantes, mas este chateia um bocado.
O problema não é propriamente a pessoa estar preocupada com a minha compreensão do tema em questão. O problema é utilizar sempre esta expressão para coisas triviais, tão claras como a água.
“Oh Rita, uma formiga é mais pequena do que um elefante, estás a perceber?”
“A sério Zé Miguel, não me diga?”
Já qualquer coisa como “Oh Rita, o problema de Fermat: xn + yn = zn não tem soluções para n>2 e inteiros não triviais x, y e z, estás a perceber?”, ou “Oh Rita, o Rodrigo Tiuí é muito melhor jogador do que o Bergessio, estás a perceber?”, aí sim, teria algumas dúvidas…
quinta-feira, janeiro 10, 2008
Diogo
Vou ter um novo sobrinho. E ao contrário das expectativas, não se vai chamar Maria. De Maria passou a Coiso e de Coiso a Diogo, bem melhor.
Diogo.
Diogo.
Diogo era o “meu” nome. Era esse o nome idealizado para o meu primeiro filho. Diogo Primeiro. Mas o meu irmão num acto infame roubou-me esse prazer, a única certeza que tinha nesta vida: se eu tivesse um filho ele seria Diogo….
Mas bom, o que lá vai, lá vai. Já interiorizei esse nome. Agora olho para a barriga da minha cunhada e começo a materializar uma pessoa nova que não tarda está cá fora, neste Mundo para o bom e para o pior, mas que vai ter uma vida, uma identidade e uma história. E eu vou ter um papel nessa história desde o dia 1.
Começo a ficar impaciente. Quero conhecer o Diogo e quero conhecê-lo já! É assim. Quero contar os seus dedinhos, assegurar-me que estão em número de 5 em cada mão e cada pé. Quero ver se tem umas bochechas rechonchudas como a tia. Ouvir o seu choro, muitos berros (assemelham-se aos meus?) e muitos risos.
Mas o mais estranho é esta sensação. A certeza absoluta de que, sem sequer lhe conhecer o nariz, essa marca inconfundível do genoma da família, já transbordo de amor e carinho por esta criatura que não conheço de parte alguma.
terça-feira, janeiro 08, 2008
Ainda sobre o arranhão…
Isto justifica a reacção do meu chefe dia 2. Cheguei pela manhã, com o olho inchado e arranhado. Ele perguntou-me “ehhh… alguma conjuntivite?”. Eu ainda tinha o cérebro desligado, pelo que lhe respondi com um “Nã… tive um acidente doméstico”.
Os olhinhos sorridentes passaram para uma expressão de “não sei, não ouvi, eu nem quero saber, não me incluas nos teus problemas pessoais”. Foi engraçado. Contei-lhe então que passei a noite de 1 de Janeiro em Santa Maria porque a minha querida Misha decidiu vingar-se dos dias de abandono com uma arranhadela mesmo em cheio no olho direito.
É bom poder contar com o nosso chefe para os momentos de crise.
1 de Janeiro
Dizem que a forma como passas o dia 1 de Janeiro reflecte todo o ano que se segue. Tento por isso nunca me enfrascar na passagem de ano, não querendo passar um ano inteiro enjoada a torradas e chá preto. Mas este início de ano conseguiu superar todas as expectativas.
Depois de uma viagem infernal de regresso, trânsito e chuva, sentei-me no conforto do lar com a gata Misha ao colo. Enquanto a admirava (o bicho ronronava!) pensava para com os meus botões: “és tão bonita, e tão querida, que saudades tinha, adoro-te”. Nisto ZÁS. A gata arranha-me o olho. O olho!! Mesmo! Por dentro! Sangrou. Eu chorei. Fui ao espelho e quase desmaiei.
Desta forma, passei a noite de 1 de Janeiro no Hospital.
É mau.
sexta-feira, janeiro 04, 2008
sexta-feira, dezembro 28, 2007
sexta-feira, dezembro 21, 2007
Resolução para 2008…
terça-feira, dezembro 18, 2007
É Natal, chálálá
“Senhora, senhora… Compra-me um calendário?”.
“Puto, baza senão corto-te um dedo”.
ou então pegar no calendário e “ups, deixei cair em cima de monte merda e depois ainda lhe passei o pé por cima. Desculpa lá, lobito”.
Porém, nunca o fiz. Mas na semana passada apeteceu-me mais do que nunca rasgar um calendário da paróquia de não sei onde. Mas em vez disso, engoli em seco e saquei uma moeda de um euro da minha carteira “pinup” para entregar a uma senhora já adulta.
Não é que no jantar de Natal da minha empresa uma coleguinha minha, que nem o meu nome sabia, e a quem nunca tinha posto os olhos em cima, me impingiu literalmente um calendário de bolso com desenhos da sua criança fanhosa de 5 anos? Ca granda lata!!
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Odeio os meus vizinhos…
Pensava que iria ter a pior semana da minha vida. Domingo, depois de um fim-de-semana em Londres, consegui perder o avião de regresso. “A culpa foi do aeroporto que é longe e o autocarro anda devagar ”, foi a desculpa que dei ao meu chefe quando ele segunda de manhã me viu exactamente com a mesma saia castanha e casaco cor-de-rosa que usava quando me deixou à porta do aeroporto sexta-feira e me perguntou “então?... Perdeste algum avião?”…Assim tive a oportunidade de conhecer o íbis de Luton, bela terra, onde os cães cagam em todos os quarteirões e as bifas roliças pintam as raízes do cabelo de preto.
Depois de um dia de cão na segunda-feira chego a casa, ligo a tv em busca da telenovela Belíssima, o meu programa favorito desde que mudei de casa. Durante semanas aguentei sensivelmente 10 min seguidos em frente daqueles argumentos geniais e enredos complexos onde existem duas categorias de pessoas: as muito estúpidas mas muito boazinha e as muito más mas muito espertalhonas.
Nisto descubro que tenho EuroNews. E BBC world! Adeus estupidez!
Viva o Ricardo!
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Boquinhas foleiras até quando?
Hoje o meu director financeiro chamou-me qualquer coisa semelhante, referindo-se ainda ao outro incidente. Aproximamo-nos do Natal e ainda cá trabalho, mas cheira-me que posso esquecer o subsídio...
sexta-feira, novembro 23, 2007
Essa já eu sabia...
Eu já desconfiava... são as chamadas Mulheres Escorpião! Sempre me senti maior do que a maioria dos homens que conheço.
terça-feira, novembro 20, 2007
sexta-feira, novembro 16, 2007
Só não posso ter…
Mas a partir desta semana há uma coisa que nunca poderei fazer: ficar inanimada. Nem um indício de desmaio ou de falta de ar. Acho que o melhor é nem estar constipada…
Com o curso de primeiros socorros que organizaram por cá, arrisco-me a ser socorrida por um desdentado ou desgrenhado. E pior! O Socorrista mais próximo é o Vasco Granja da Pornografia, Dio Santo!
segunda-feira, novembro 12, 2007
Deus, Tem dó, e mata-me já!
Finalmente desembaraço-me dos outros carros, das mil passadeiras de piões que atravessam a rua dos Bombeiros. Só me falta uma rotunda, onde nunca ninguém passa. Entro sem olhar e um bruto carro tem de fazer uma travagem brusca. Será? Não, não pode ser ele…
Estaciono (mal) perto da porta quando o mesmo carro que abalroei na rotunda pára ao meu lado. O senhor baixa o vidro e eu começo a ficar escarlate, o meu coração bate a mil à hora, começo a puxar os cantos dos lábios para cima…
“Bom dia Rita. Tem de ter mais cuidado ao entrar nas rotundas”
“Senhor engenheiro, tem toda a razão…”
Ia só abalroando o meu administrador. Nada de especial.
Será que chego ao Natal?
terça-feira, novembro 06, 2007
Going solo
Sim, Inex, eu sei, eu tenho prometido, semana atrás de semana, que a Misha voltará a escrever. Ideias não me faltam, mas passar para o papel (virtual) custa mais do que parece.
E meteu-se a história de mudar de casa. Empacotar, desempacotar, IKEA, IKEA, IKEA até vomitar pelos olhos, onde raio pára o Black and Decker! Já tenho umas plantinhas, sim, porque a minha casa tem jardim! Umas roseiras da Régua, no fundo única lembrança que restou de um dos locais da minha infância jamais revisitado… uma oliveira, uma sardinheira (ou a outra, cujo nome nunca me lembro), um pimenteiro, um arbusto e uma plantinha já morta, ainda que eu insista em rega-la, que foi a única peça que a senhora garantiu “ai essa dura muuuuuuito”. Pois jaz morta no meu quintal!
Tenho vizinhos novos, e que saudades dos antigos, que não discutiam a mesada na escada, nem se intrometiam na minha vidinha. Se alguém conhecer a porteira abelhuda do número 44 da minha rua, podem assegurar-lhe, que eu só alimento a minha gata e mais nenhum!
E agora vivo sozinha. Não é mau, mas sinto falta claro de galinhar com a Rita meia hora antes de me deitar, de beber um limoncelo na nossa varanda e ouvir os vizinhos do prédio ao lado a discutir
“eu é que lavo a loiça, eu é cozinho, eu é que arrumo tudo, e tu, Armando?? O que fazes?? Nada, nada, és um inútil!!”.
“Óh, mor… Não é verdade Zé Carlos…”
Enfim.
quinta-feira, setembro 06, 2007
quinta-feira, agosto 30, 2007
sábado, agosto 25, 2007
Jorge, môoor, o comer tá na meeeesa!

“Estou a falar com a esposa do Jorge?”
“Hum… Não, deve ser engano”
”Ah, tem a certeza? Não estou a falar para o número da esposa do Jorge? É que me deram este número”.
“Ahhh… Espere, diga lá? Mulher do Jorge? Claro, que estupidez a minha, eu casei-me com o Jorge mas não me lembrava, diga diga”
Bom, na realidade só se passou a primeira parte do diálogo. Esta minha última fala não se concretizou. Não percebo, o facto de dizer que a pessoa se deve ter enganado não deveria ser suficiente? Poderia dar-se o caso de eu me ter casado em Las Vegas com um Jorge, nome pouco costume no meu vocabulário amoroso, mas sim, imagino um Jorge vestido de Elvis e eu vestida de Madona a entrar na “Igreja”. Aliás, neste momento esse é o único tipo de casamento que idealizo para mim!
quarta-feira, agosto 15, 2007
Ainda tenho o coração na boca
We all live...
Quem me conhece sabe que não sou grande fã de musicais. Em filme ainda vá que não vá: posso sempre carregar no stop e continuar numa outra altura. Mas New York não será Nova Iorque sem se escolher um entre os vários da Broadway e passar uma noite a ver uma série de clichés de dança Jazz num teatro abafado por um ângulo sinistro resultado da compra de bilhetes a 35% de desconto.
Pois então levei a minha mamã a ver o Chicago. Para quem viu o filme não deixa de ser engraçado, já que ele de facto replica bem o musical. E sempre é melhor que ouvir a série de miados de gatos mal amanhados de Cats…
Depois do espectáculo, fizemos a nossa habitual ronda pela Duane Read, uma drogaria com produtos cosméticos a preço de desconto, e seguimos para o nosso excelente hotel. Excelente em localização…
Chegamos ao quarto e depois de pousar os sacos corri para o wc e enquanto entoava uns acordes do “All that Jazz”, olho para o lado e… “Mãeeeeee!!! O John Lennon está vivo!! E na nossa banheira!!!”. Uma barata de 10 cm (antenas excluídas) passeava-se alegremente entre a panóplia de shampoos e amaciadores. A mãezinha entrou em acção, e o John passou a noite debaixo do caixote do lixo, à espera de melhor sorte, e eu fui para a cama com uma nova música na cabeça… “We all live in a yellow submarine”.
Nota 1: na noite seguinte, o George Harrison quis fazer uma visita ao John… Efectivamente tinha uma nova barata na casa-de-banho!!
Nota 2: como devem perceber, eu confundi “carocha” com “barata”, por isso este post não faz sentido nenhum.
Hoje é o dia dos Grandes Amigos
Rita Nuno Joana Sara Inês Mathilda Rui Susana Tânia Tiago Vasco André Mariana Isabel Zé Maria Nuno Cristina Luís Diana Ana Armando Luís Marta Inês Rita Joana Rita Patrícia Catarina Francisco Rita Celso Ana Hugo Patrícia Dina Filipa Liliana Luís Rita António Inês Nuno Clara Ana Marta Ana João Andreia Bernardo
























