Publico: "Ciência: Fóssil mostra que já existiram escorpiões maiores que um homem"
Eu já desconfiava... são as chamadas Mulheres Escorpião! Sempre me senti maior do que a maioria dos homens que conheço.
sexta-feira, novembro 23, 2007
terça-feira, novembro 20, 2007
sexta-feira, novembro 16, 2007
Só não posso ter…
O meu trabalho é bestial! Posso chegar mais tarde, sair mais cedo, sair mais tarde, sair em visita de estudo, sair para lanchar, ler blogs, escrever neles, ver o mail…
Mas a partir desta semana há uma coisa que nunca poderei fazer: ficar inanimada. Nem um indício de desmaio ou de falta de ar. Acho que o melhor é nem estar constipada…
Com o curso de primeiros socorros que organizaram por cá, arrisco-me a ser socorrida por um desdentado ou desgrenhado. E pior! O Socorrista mais próximo é o Vasco Granja da Pornografia, Dio Santo!
Mas a partir desta semana há uma coisa que nunca poderei fazer: ficar inanimada. Nem um indício de desmaio ou de falta de ar. Acho que o melhor é nem estar constipada…
Com o curso de primeiros socorros que organizaram por cá, arrisco-me a ser socorrida por um desdentado ou desgrenhado. E pior! O Socorrista mais próximo é o Vasco Granja da Pornografia, Dio Santo!
segunda-feira, novembro 12, 2007
Deus, Tem dó, e mata-me já!
Hoje vim na bisga, sempre a abrir atrasada para o trabalho. Falhei a saída de Mira Flores. “Não faz mal”, pensei, “saio em Algés e subo”. Trânsito. Os minutos passavam, a minha reunião com a administração era às 9h ou às 9h30? Shit, não me lembro…
Finalmente desembaraço-me dos outros carros, das mil passadeiras de piões que atravessam a rua dos Bombeiros. Só me falta uma rotunda, onde nunca ninguém passa. Entro sem olhar e um bruto carro tem de fazer uma travagem brusca. Será? Não, não pode ser ele…
Estaciono (mal) perto da porta quando o mesmo carro que abalroei na rotunda pára ao meu lado. O senhor baixa o vidro e eu começo a ficar escarlate, o meu coração bate a mil à hora, começo a puxar os cantos dos lábios para cima…
“Bom dia Rita. Tem de ter mais cuidado ao entrar nas rotundas”
“Senhor engenheiro, tem toda a razão…”
Ia só abalroando o meu administrador. Nada de especial.
Será que chego ao Natal?
Finalmente desembaraço-me dos outros carros, das mil passadeiras de piões que atravessam a rua dos Bombeiros. Só me falta uma rotunda, onde nunca ninguém passa. Entro sem olhar e um bruto carro tem de fazer uma travagem brusca. Será? Não, não pode ser ele…
Estaciono (mal) perto da porta quando o mesmo carro que abalroei na rotunda pára ao meu lado. O senhor baixa o vidro e eu começo a ficar escarlate, o meu coração bate a mil à hora, começo a puxar os cantos dos lábios para cima…
“Bom dia Rita. Tem de ter mais cuidado ao entrar nas rotundas”
“Senhor engenheiro, tem toda a razão…”
Ia só abalroando o meu administrador. Nada de especial.
Será que chego ao Natal?
terça-feira, novembro 06, 2007
Going solo
Depois de 3 meses de perfeita dedicação ao trabalho (novo, faço hoje 3 meses neste novo poiso), acho que o MKB merece uma visita.
Sim, Inex, eu sei, eu tenho prometido, semana atrás de semana, que a Misha voltará a escrever. Ideias não me faltam, mas passar para o papel (virtual) custa mais do que parece.
E meteu-se a história de mudar de casa. Empacotar, desempacotar, IKEA, IKEA, IKEA até vomitar pelos olhos, onde raio pára o Black and Decker! Já tenho umas plantinhas, sim, porque a minha casa tem jardim! Umas roseiras da Régua, no fundo única lembrança que restou de um dos locais da minha infância jamais revisitado… uma oliveira, uma sardinheira (ou a outra, cujo nome nunca me lembro), um pimenteiro, um arbusto e uma plantinha já morta, ainda que eu insista em rega-la, que foi a única peça que a senhora garantiu “ai essa dura muuuuuuito”. Pois jaz morta no meu quintal!
Tenho vizinhos novos, e que saudades dos antigos, que não discutiam a mesada na escada, nem se intrometiam na minha vidinha. Se alguém conhecer a porteira abelhuda do número 44 da minha rua, podem assegurar-lhe, que eu só alimento a minha gata e mais nenhum!
E agora vivo sozinha. Não é mau, mas sinto falta claro de galinhar com a Rita meia hora antes de me deitar, de beber um limoncelo na nossa varanda e ouvir os vizinhos do prédio ao lado a discutir
“eu é que lavo a loiça, eu é cozinho, eu é que arrumo tudo, e tu, Armando?? O que fazes?? Nada, nada, és um inútil!!”.
“Óh, mor… Não é verdade Zé Carlos…”
Enfim.
Sim, Inex, eu sei, eu tenho prometido, semana atrás de semana, que a Misha voltará a escrever. Ideias não me faltam, mas passar para o papel (virtual) custa mais do que parece.
E meteu-se a história de mudar de casa. Empacotar, desempacotar, IKEA, IKEA, IKEA até vomitar pelos olhos, onde raio pára o Black and Decker! Já tenho umas plantinhas, sim, porque a minha casa tem jardim! Umas roseiras da Régua, no fundo única lembrança que restou de um dos locais da minha infância jamais revisitado… uma oliveira, uma sardinheira (ou a outra, cujo nome nunca me lembro), um pimenteiro, um arbusto e uma plantinha já morta, ainda que eu insista em rega-la, que foi a única peça que a senhora garantiu “ai essa dura muuuuuuito”. Pois jaz morta no meu quintal!
Tenho vizinhos novos, e que saudades dos antigos, que não discutiam a mesada na escada, nem se intrometiam na minha vidinha. Se alguém conhecer a porteira abelhuda do número 44 da minha rua, podem assegurar-lhe, que eu só alimento a minha gata e mais nenhum!
E agora vivo sozinha. Não é mau, mas sinto falta claro de galinhar com a Rita meia hora antes de me deitar, de beber um limoncelo na nossa varanda e ouvir os vizinhos do prédio ao lado a discutir
“eu é que lavo a loiça, eu é cozinho, eu é que arrumo tudo, e tu, Armando?? O que fazes?? Nada, nada, és um inútil!!”.
“Óh, mor… Não é verdade Zé Carlos…”
Enfim.
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