sábado, agosto 25, 2007

Jorge, môoor, o comer tá na meeeesa!


“Estou?”
“Estou a falar com a esposa do Jorge?”
“Hum… Não, deve ser engano”
”Ah, tem a certeza? Não estou a falar para o número da esposa do Jorge? É que me deram este número”.
“Ahhh… Espere, diga lá? Mulher do Jorge? Claro, que estupidez a minha, eu casei-me com o Jorge mas não me lembrava, diga diga”

Bom, na realidade só se passou a primeira parte do diálogo. Esta minha última fala não se concretizou. Não percebo, o facto de dizer que a pessoa se deve ter enganado não deveria ser suficiente? Poderia dar-se o caso de eu me ter casado em Las Vegas com um Jorge, nome pouco costume no meu vocabulário amoroso, mas sim, imagino um Jorge vestido de Elvis e eu vestida de Madona a entrar na “Igreja”. Aliás, neste momento esse é o único tipo de casamento que idealizo para mim!

quarta-feira, agosto 15, 2007

Ainda tenho o coração na boca

Se algum GêNêErre ou familiar for assíduo leitor deste blog, por favor autue e proceda à apreensão temporária da carta de condução do indivíduo que habita em Telheiras e responde pelo nome de Pai, por condução perigosa a mais de 180km/h na A2.

We all live...

Aqui vai um post já de Julho. Só na semana passada me lembrei de publicá-lo e nessa altura apercebi-me de um erro de interpretação. Mas aqui vai na mesma...

Quem me conhece sabe que não sou grande fã de musicais. Em filme ainda vá que não vá: posso sempre carregar no stop e continuar numa outra altura. Mas New York não será Nova Iorque sem se escolher um entre os vários da Broadway e passar uma noite a ver uma série de clichés de dança Jazz num teatro abafado por um ângulo sinistro resultado da compra de bilhetes a 35% de desconto.

Pois então levei a minha mamã a ver o Chicago. Para quem viu o filme não deixa de ser engraçado, já que ele de facto replica bem o musical. E sempre é melhor que ouvir a série de miados de gatos mal amanhados de Cats

Depois do espectáculo, fizemos a nossa habitual ronda pela Duane Read, uma drogaria com produtos cosméticos a preço de desconto, e seguimos para o nosso excelente hotel. Excelente em localização…

Chegamos ao quarto e depois de pousar os sacos corri para o wc e enquanto entoava uns acordes do “All that Jazz”, olho para o lado e… “Mãeeeeee!!! O John Lennon está vivo!! E na nossa banheira!!!”. Uma barata de 10 cm (antenas excluídas) passeava-se alegremente entre a panóplia de shampoos e amaciadores. A mãezinha entrou em acção, e o John passou a noite debaixo do caixote do lixo, à espera de melhor sorte, e eu fui para a cama com uma nova música na cabeça… “We all live in a yellow submarine”.

Nota 1: na noite seguinte, o George Harrison quis fazer uma visita ao John… Efectivamente tinha uma nova barata na casa-de-banho!!

Nota 2: como devem perceber, eu confundi “carocha” com “barata”, por isso este post não faz sentido nenhum.

Hoje é o dia dos Grandes Amigos

Espero não me esquecer de nenhum...

Rita Nuno Joana Sara Inês Mathilda Rui Susana Tânia Tiago Vasco André Mariana Isabel Zé Maria Nuno Cristina Luís Diana Ana Armando Luís Marta Inês Rita Joana Rita Patrícia Catarina Francisco Rita Celso Ana Hugo Patrícia Dina Filipa Liliana Luís Rita António Inês Nuno Clara Ana Marta Ana João Andreia Bernardo