terça-feira, junho 30, 2009

sexta-feira, junho 26, 2009

Joder

Mi madre ahora viene a mi blog. No me recuerdo de ninguna lengua que ella no conozca para continuar a escribir todas las tonterías que me aspire.
Adoro quando os meus coleguinhas trazem os filhos para o trabalho. Fazem-me tão não querer ter filhos nos próximos 10 anos...

quinta-feira, junho 25, 2009

terça-feira, junho 23, 2009

Questões dos nossos tempos


Is a tattoo the biggest turn off?

segunda-feira, junho 22, 2009

Jo, espera aí já te ligo

Sinto-me velha. E não consigo conformar-me com esta idade. Fazendo anos apenas em Novembro, sempre me regozijei com o facto de ser a mais nova, assistindo com naturalidade aos aniversários dos meus amigos e aguardando pela minha vez de chegar ao número mágico do ano.

Um dos sintomas da idade é utilizar expressões como “antigamente”, “dantes” ou “no nosso tempo”. Estas palavras introduziram-se recentemente e sem saber bem como no meu vocabulário, e está a ser difícil contorná-las.

O salto tecnológico dos últimos 15 anos potencia esta situação, e ter um irmão 10 anos mais novo, não ajuda. Como daquela vez que o bambino colocou a agulha do seu “prato”, o vulgar gira-discos de outro tempos, no centro do disco, à espera que por toque de magia, o disco começasse a tocar. Ou o simples facto de ele não ser do tempo do telefone fixo, desconhecendo o prazer de construir diariamente uma conta astronómica à minha mãe, porque era essencial continuar aquela conversa com a Inês, reforçar bem que a não-sei-quantinhas era uma pateta e o Mourão, apesar de gago, era o amor da minha vida. E aquela tarde que passei em casa da Mathilda a ligar para minha casa, esperar que a minha irmã em plena adolescência atendesse, e ligar aos berros a aparelhagem, tocar aquela música dos Aerosmith que tinha como intro um belo arroto… miss it a lot!

Bem, isto tudo para dizer que decidi dar mais um passo na vida adulta: instalar tv + net + voz em casa. Assim posso “sacar” a música dos Aerosmith e voltar a ligar à minha irmã.

quarta-feira, junho 03, 2009

segunda-feira, junho 01, 2009

Danças

Não sei se já aqui falei da minha vida paralela que me ocupa 3 noites por semana e uns belos sábados em época intensa de saraus que sempre coincide com a época de praia. Estas conversas estão geralmente reservadas para um outro blog. Esta vida extenuante é como uma segunda profissão, que me consome energias mas não me remunera, que me faz dormir no chão de escolas, que me leva aos sítios mais variados, desde o Bombarral até Gotemburgo, que por vezes é frustrante mas que na maior parte me faz sorrir. Quantas vezes não me queixo: que já não tenho idade para isto, estou cansada, tenho sono, doiem-me as costas! quero praia, este pavilhão é feio, esta terra é medonha… Mas quando acaba um grande ciclo de dança, uma Gymnaestrada, um Portugalgym, , não queria mais nada…

Sou bailarina. Sim, bailarina, nada de ginasta (já que devo ser a única pessoa naquele clube que não faz o raio da “aranha”)! É uma vida que só pode ser compreendida por outras pessoas que entraram no mundo viciante da “ginástica” e é também o que me une a um grupo de miúdas (conhecido por “as miúdas da dança”) que são mais do que companheiras destas andanças mas principalmente grandes amigas.

Depois de 11 anos enquanto “bailarina” de contemporâneo na classe da qual faço parte posso dizer que ontem foi um dos momentos mais marcantes da minha modesta carreira. Já estivemos na Culturgest, no Pavilhão Atlântico, São Luíz e Coliseu… mas nada se compara a um espectáculo no CCB! E agora que acabou, quero mais! Voltar a ter aquela sensação única deliciosa de mil borboletas às voltas no estômago, a adrenalina a aumentar, sempre a subir, o desejo de fazer bem, com expressão genuína, deixar o corpo mover-se no sentido da música, com garra e desejo de fazer um grande espectáculo e deixar uma marca, por pequena que seja, mesmo nos que nos amam incondicionalmente.

Venha o próximo, que já tenho saudades!

Hoje é o dia do jumento


Parabéns Silver