
“Estou?”
“Estou a falar com a esposa do Jorge?”
“Hum… Não, deve ser engano”
”Ah, tem a certeza? Não estou a falar para o número da esposa do Jorge? É que me deram este número”.
“Ahhh… Espere, diga lá? Mulher do Jorge? Claro, que estupidez a minha, eu casei-me com o Jorge mas não me lembrava, diga diga”
Bom, na realidade só se passou a primeira parte do diálogo. Esta minha última fala não se concretizou. Não percebo, o facto de dizer que a pessoa se deve ter enganado não deveria ser suficiente? Poderia dar-se o caso de eu me ter casado em Las Vegas com um Jorge, nome pouco costume no meu vocabulário amoroso, mas sim, imagino um Jorge vestido de Elvis e eu vestida de Madona a entrar na “Igreja”. Aliás, neste momento esse é o único tipo de casamento que idealizo para mim!
“Estou a falar com a esposa do Jorge?”
“Hum… Não, deve ser engano”
”Ah, tem a certeza? Não estou a falar para o número da esposa do Jorge? É que me deram este número”.
“Ahhh… Espere, diga lá? Mulher do Jorge? Claro, que estupidez a minha, eu casei-me com o Jorge mas não me lembrava, diga diga”
Bom, na realidade só se passou a primeira parte do diálogo. Esta minha última fala não se concretizou. Não percebo, o facto de dizer que a pessoa se deve ter enganado não deveria ser suficiente? Poderia dar-se o caso de eu me ter casado em Las Vegas com um Jorge, nome pouco costume no meu vocabulário amoroso, mas sim, imagino um Jorge vestido de Elvis e eu vestida de Madona a entrar na “Igreja”. Aliás, neste momento esse é o único tipo de casamento que idealizo para mim!
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