
Nesta altura do ano somos bombardeados com jantares, almoços, lanches e copos de Natal, numa loucura perfeitamente pagã de gula, desperdício e consumismo… Não vai um pouco contra o espírito Cristão da época?
Mas eu tolero bem os encontros familiares, a repetição anual da Música no Coração (agora substituída pelos Senhor dos Anéis) e gosto de rever amigos, alguns pela segunda vez no ano. Mas o jantar do trabalho… ai.
Sempre me afligiu a ideia. Até porque já vi séries americanas e inglesas suficientes para saber que o potencial de catástrofe é tremendamente elevado. Basta relembrar os episódios da Elaine a dançar ou no “making up” com um colega em cima da sobremesa. Simplesmente há facetas dos meus colegas que eu dispenso conhecer. Como no ano passado em que se estabeleceu um certo ambiente de assédio a um coleguinha num jantar em que vi demasiados decotes prenunciados… uurrrh!
Acho que sou recorrentemente perseguida pelo síndroma Patsy Stone. Imagino-me sempre bêbada e decadente, collants rotos (não sei por quê, mas estou sempre de saia e bem composta no início do sonho), no meio da pista de dança com os meus colegas a afastarem-se de mim… E o pior de tudo é a música de fundo…
Last Christmas, I gave you my heart…
Urrrrhhhh
1 comentário:
Hoje é a minha vez de ter o jantar de empresa.
Claro que é fácil alcoolizar-me numa situação destas, a bem dizer ando a ficar preocupado porque está a tornar-se fácil alcoolizar-me seja qual for a situação - mas isso são outras histórias.
Hoje a minha vantagem e o que me deixa à vontade é que como em 50 pessoas existem 20 nacionalidades diferentes e portanto 20 culturas diferentes, mesmo que faça figuras muito tristes, haverá sempre culturas onde isso será bem aceite!
Vamos a ver como corre
Enviar um comentário