Isto de ter carradas de trabalho tem um efeito engraçado… é que fico mesmo cheia de vontade de escrever no meu blog. É assim a vida. Creio que a engenharia por vezes aborrece-me de morte. A engenharia e os engenheiros, diga-se de passagem, que são uns verdadeiros “chatos de galochas”, todos com a mania que sabem tudo de tudo, que são os profissionais por excelência, muito interventivos, cada um fala mais alto que o outro… não há saco!
Mas isto não é de hoje. Já quando estudava na faculdade era comum em época de exames acreditar que não queria ser engenheira biológica, que isso dá muito trabalho, estudam-se coisas complicadas, como termodinâmica, fenómenos de transferência I, II, II e mais não-sei-quantas coisas chatas para caramba. No máximo admitia ser engenheira civil, estudar betão de I a XX e poder mandar postas do que me apetecesse.
Por isso volto à base, como em tantos posts passados, o que me leva a crer que ou estou a ficar xexas ou devia tomar uma posição séria sobre o assunto. Vejo dois rumos possíveis:
a)Hippie, com o meu bar na Costa Vicentina, só com produtos orgânicos direitinhos da minha própria propriedade rural, ali para os lados de Aljezur (a Orxata não faltará, tenho as sementes à espera de cair na terra). Bom, claro que para este plano conto com um camone para a lavoura e para criar uma data de criancinhas loirinhas de olhos azuis.
b)Lipo, ginásio e clube de strip. Caso-me com um empreiteiro de construção civil (atenção, que NÃO seja engenheiro), compro um Mercedes e tenho criancinhas bem feiinhas mas muito felizes porque têm todas as marcas de consolas de jogos e este ano vamos todos à Eurodisney pela 500 vez.
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2 comentários:
Bem vinda de volta! Eu voto na opção 1, sempre fico com casa para passar férias...ou palhota de férias, dependendo do teu grau naturista.
Tudo ao natural, Ritita!
Mas numa casa de barro, vá.
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