Porque foi mesmo uma noite muito produtiva. Descobri que as raparigas altas têm pêlos no peito (J, lamento, mas é verdade. E nem vou falar das altas E magras, que essas têm ranhoca na ponta do nariz…), fui convidada para ir à missa no Domingo por um albicastrense, aparentemente são todos muito católicos, vi personagens dignas de novos post’s e confesso que o álcool realçou uma potencial bailarina “Fame” em mim...
Mas todas as noites típicas Lisboetas começam com uma viagem, em regra acidentada, pela mão do taxista fascista, e esta não foi excepção. Estava eu sossegada a admirar a balbúrdia gerada no Sábado quando oiço “Aiii António, António, que falta fazes tu para pôr esta merda no sítio”. António Guterres? O Padre António Vieira? Nã, era mesmo o Tonecas Salazar. Ainda fiquei à espera da piadinha xenófoba, mas lá nos desenvencilhamos do trânsito e não houve tempo para tanto.
A grande questão que ainda não encontrou unanimidade é: eles ficam assim por causa do trânsito, ou é pré-requisito ser reaccionário para ser taxista? Optando pela primeira, então as pessoas que vivem nos subúrbios e todos os dias passam horas de vida parados à entrada de Lisboa também pensam assim?? Shit, são imensos!
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3 comentários:
O trânsito para o LUX estava digno de revolta! Felizmente o meu sofá biciclo consegue esgueirar-se pelas frestas mais estreitas, atravessar parques de estacionamento e galgar passeios com a maior das facilidades, transportando-me rapidamente para aquela caixinha de música.
Fosse o Tonecas Salazar vivo e nem LUX havia; logo o taxista ficaria desempregado e, consequentemente, sedento de uma revolução de cravos!
Só estão bem onde não estão ;)
Posso saber quem foi esse albicastrense?
Era o Bruno, conheces?
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