terça-feira, junho 24, 2008

Fumar nunca mais


Tinha acabado de abrir o meu coração no blog: um post cheio de miados de um coração despedaçado, quando antes do "publish" decidi ir beber a minha meia-de-leite ao café lá de baixo.
“Engº, quer vir? Não? Então vou lá num instante…”

Mal entrei vi o que estava para acontecer: três mesas só de homens, 4 cervejas por cabeça. De tantas ouvir sai a ganir, rabinho entre as pernas aos pulinhos para o elevador… Livra, isto é terapia género “Homens, Nunca Mais”? Não a encomendei!

segunda-feira, junho 23, 2008

Nível nível…

… é um trolha com um relógio JB.

quarta-feira, junho 18, 2008

I'm a Pit Bull - Terrier!

A minha orelha “desenrolou-se”. Juro que é verdade. Elas sempre foram perfeitinhas e quase simétricas. Agora, numa delas, a cartilagem regrediu e encolheu, parece que levei uma dentada na orelha. Ou isso ou estou a tornar-me num “Spock”.


Mas isto é num cenário optimista. Num cenário mais pessimista, estou a começar a pagar pela minha ruindade. Há tempos atrás, gozei com um rapaz um pouco tonto com que tive um love affair que tinha levado uma “trinca” na sua infância. Era o “Comida de cão”. Ainda hoje relembro as aventuras dessa minha viagem à neve e me farto de rir com as nossas peripécias…

Nesta perspectiva, comecei a listar os males que me poderão ocorrer por anos sucessivos de alcunhas, maldade e trocadinhos com todas as personagens com que me cruzei nesta vida. A imagem não é animadora. Prevejo o crescimento de uma mono-sobrancelha, o meu nariz vai encolher qual Pit Bull (ou pitibu), com uns pés felpudos, género Frodo do Lord of the Ring, para os quais usarei uns sapatos foleiros pé-na-merda como camuflagem.

quinta-feira, junho 05, 2008

Feist

Agora é mesmo a sério, alguém quer o meu bilhete? Vou de férias e não me dá jeito vir a Lisboa para um concerto, ainda que seja o concerto mais mega- hiper-super-espectacular do ano…

sexta-feira, maio 30, 2008

Olha que para 69 anos até está bem conservada...


Preciso de


Ela apareceu

Antes...


... e depois.

Ontem quando fui cortar o cabelo esqueci-me de dizer à tipa que não queria parecer a Madalena Iglésias, et voilá! Eis o resultado.

O mal das cabeleireiras sem volume no cabelo é que acham que volume é o máximo, e massacram as pobres coitadas que todos os dias lutam durante 20 minutos contra as ondas rebeldes com personalidade própria…
E como a última vez que ela tocou na minha trunfa foi em Janeiro, no fim ainda apanhei com a piada “Agora só nos vemos em Setembro!”.

quinta-feira, maio 29, 2008

Alturas em que gostava de ser homem…

Neste momento gostava de ser homem para poder escrever o seguinte post sem ser crucificada por todos os meus amigos.

“FalhasteS não, fa-lhas-te. Fala em bom português, caralho”.

Depois do Adeus


Hoje digo adeus à minha juba.

quarta-feira, maio 21, 2008

Ora faça aqui um chichizinho, faz favor!

Hoje de manhã o meu coração atingiu os 10 000 batimentos por segundo. Distribuíram-se frascos de plástico pela empresa. Tenho sempre receio que aquela passa que dei no verão passado venha estampada numa folha directamente endereçada ao meu administrador… Bom, para me precaver espirrei em cima do teclado do meu chefe, assoei-me com grande estrondo na sua sala e caso não tivesse sido bem explicita, ainda me queixei “que eta meda de antibiotico nã fazem efeito negum”. Mas estou safa. Só os homens se drogam nesta empresa.

Confere

Os franceses também aconchegam os tomates em conversas profissionais ou sociais.

segunda-feira, maio 12, 2008

Cat Power


Alguém está interessado? Tenho um bilhete a mais...

sexta-feira, maio 09, 2008

300


Ontem tive uma reunião com o pessoal da ala direita da empresa. Épica é a palavra que encontro que melhor descreve. 5 para 1, eu pertencia ao grupo de 1. Levei uma valente tareia de todos, completamente a solo, a tentar defender a honra da ala esquerda, desviava a cintura, baixava a cabeça, de pulso no ar... Com tanto golpe baixo, até me doíam os rins quando cheguei a casa.

Parecia o filme 300, mas sem o pessoal belo e musculado, só badochas com pouco cabelo.

quinta-feira, maio 08, 2008

Noites com Mirtilo

À semelhança de…


Não fiquei fã, pareceu-me quase um “remake” com uma plástica de Chungking Express. A presença da Cat Power, mais a voz do que a pessoa, dá-lhe uma certa magia. Na sonoridade gostei ainda daquela ligação para o tema principal do In the Mood for Love. Mas o som de pipocas nas costas… Errr...

quarta-feira, abril 30, 2008

Oh Lord!

Maldição dos toques polifónicos: tenho de apanhar com a Celine Dion no meu escritório ainda antes do almoço.

Hoje acordei já a cantar. Abri as janelas que dão para o meu jardim e percebi porquê: a Primavera chegou com grande esplendor a Lisboa. E os primeiros a receber a notícia são os pardalecos das traseiras da Av. de Roma, que cantam numa fúria ensurdecedora ao primeiro raio de sol.


Acho que só quem viveu na penumbra de um outro país qualquer sabe realmente dar valor a estes dias radiosos. Lembro-me que nos meus tempos de Holanda me comportei como verdadeira holandesa: a minha vida até Junho era um desastre, nada fazia sentido e raios, até andar de bicicleta ao frio e às escuras era um suplício. Depois, zás! Veio o sol, e quando dei por mim estava no lago da terrinha a chapinhar, com grandes banhos e valentes escaldões, churrasco, batatas fritas e cerveja, olé!


Primaveril, de alguém que escrevia bem melhor que eu:


Naquele «pic-nic» de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.


Foi quando tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.


Pouco depois, em cima duns penhascos,
Nós acampámos, inda o sol se via;
E houve talhadas de melão, damascos,
E pão de ló molhado em malvasia.


Mas, todo púrpuro, a sair da renda
Dos teus dois seios como duas rolas,
Era o supremo encanto da merenda
O ramalhete rubro das papoulas.


“De tarde”, Cesário Verde

terça-feira, abril 29, 2008

Hum...

Desconfio que com este tempo todo livre estes tipos vão finalmente descobrir que sou perfeitamente acessória nesta empresa.

The net

Tenho uma teoria simples que a partir de um beijo se estabelecem relações de 2º, 3º ou mais graus com todas as pessoas que já partilharam um mesmo beijocador. Assim, se a Luísa deu um beijo ao Zé e se este por sua vez já beijou a Joaquina, então a Luísa e a Joaquina já inadvertidamente partilharam qualquer coisa no meio desta confusão. Claro se entretanto a Joaquina namoriscou com o Pedro, o Pedro tem uma relação de 3º Grau com a Luísa. É uma teoria à hi5, bem sei, mas confesso que já tive arrepios com esta sequência de pensamentos.
O um dos meus love affairs já teve mais namoradas do que os meus dedos e os dele conseguem contar. Desta forma, posso assegurar pelo menos uma relação de 3º grau com metade de Lisboa.

Podem considerar-se beijadas.

segunda-feira, abril 28, 2008

Para quando a 3ª Season?






Esta é a série mais genial dos últimos tempos. As duas primeiras foram despachadas num ápice. Agora queremos mais!

Paulo (II)

Hoje vi de relance o meu novo vizinho. Não foi amor à primeira vista, mas pela barulheira que ele fez junto ao vidrão, acho que temos coisas em comum.